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"Os Chineses"

"A Artilharia desenvolve-se notavelmente com a invenção do trabuco (trebuchet), na China, entre os séculos V a.C. e III a.C."

 :: HISTÓRIA

    Durante o período em que a China é enfocada no Age of Kings, ela é uma poderosa nação, militarmente, economicamente e politicamente falando. Os chineses são até hoje uma civilização de prosperidade. Na verdade, a China durou como uma única nação pelo maior período de tempo de todas as civilizações antigas. Existindo há mais de 2000 anos sob o comando de uma monarquia imperial, em que cada dinastia era interrompida por um curto período de guerras até que uma nova família assumisse o governo.

    A filosofia básica por trás do governo chinês era que cada dinastia imperial era escolhida pelos Céus para controlar a Terra. Cada imperador de fato era tido como filho dos Céus. Quando desastres naturais atingiam o povo, sendo nas lavouras ou qualquer outra coisa, acreditava-se que era um sinal dos Céus para se mudar o governo.
Antes mesmo das civilizações da Europa Ocidental do Age of Kings estarem “nascendo”, a China já era uma civilização muito desenvolvida, inclusive na forma de governo, a qual durou por mais de 2000 anos. Os chineses inventaram o serviço civil e a burocracia. Enquanto um imperador estava no poder, ele escolhia seus assessores e oficiais por meio de exames, parecidos com os concursos públicos de hoje em dia. A maioria das cidades e províncias da nação eram governadas por burocratas escolhidos desta maneira.

    Deste modo, ficava assegurado que apenas pessoas com estudo assumiriam as posições de poder. É pressuposto que o início do Age of Kings se dá por volta do Século VI, contudo, naquele período a China já tinha 700 anos de idade sob o comando das dinastias. As mais proeminente destas dinastias foram a dinastia Qin e a dinastia Han, esta apareceu 300 anos depois da primeira.

    No Século VI, entretanto, a dinastia Han colapsou vindo em seguida várias dinastias muito fracas, as quais foram sucessivamente sendo trocadas. Um ponto final foi dados nessas trocas em 581, quando a China foi unificada pela dinastia Sui. Nos 1000 anos seguintes a China foi a mais avançada civilização no mundo, tanto na ciência, quanto em táticas de guerra e modo de governo. As estradas começavam a ser pavimentadas pela dinastia T’ang a qual assumiu o poder em 618 e ficou no comando até 907.

    Durante a dinastia T’ang a China desabrochou, a Estrada da Seda, aberta na dinastia Han, trouxe ainda mais trocas de mercadorias para a China e estrangeiros, vindos do distante Oriente Médio. Imprensa e pólvora foram inventadas durante a dinastia T’ang e as artes tiveram incrível crescimento com o apoio das classes mais altas da sociedade.

    Por aproximadamente 60 anos após a queda da dinastia T’ang, uma corrente de dinastias vieram reclamar o trono do império. Este período ficou conhecido como O Período das Cinco Dinastias. Bárbaros vindos do norte dominaram a parte norte do território chinês, enquanto dez estados rivais lutavam pelo controle da parte sul da China. O general Chao K’uang Yin, veio para unificar os estados do sul e fundou a dinasta Sung.
   
    A dinastia Sung existiu de 960 à 1279, embora nos últimos 80 anos de seu governo, a China vinha perdendo parte de seu território para os Mongóis.

    Durante a dinastia Sung a China passava por outro período de prosperidade. A troca tornou-se mais intensa do que era no período T’ang. Houve uma explosão demográfica jamais vista antes no mundo Ocidental, com cidades como Chang Na e Beijing superando a marca de 2 milhões de habitantes. Na indústria, comércio, ciência e agricultura a China cresceu extraordinariamente rápido.

    Contudo os Sung começaram a cair quando em 1206 os Mongóis invadiram a China. A vitória foi rápida e Kublai Khan coroou-se o primeiro imperador da nova dinastia Yuan. Os sobreviventes da dinastia Sung moveram-se para o Sul, mas finalmente caíram em 1279 quando os Mongóis tomaram conta de todo o território. Durante a dinastia Yuan, trocas com a Índia e Oriente Médio cresceram novamente e a estabilidade trazida pelas conquistas da Ásia e Oriente Médio feitas pelos mongóis, facilitaram ainda mais as trocas e visitas missionárias. Foi durante a dinastia Yuan que Marco Pólo fez sua visita à China.

    Insatisfeitos com o domínio estrangeiro, os chineses começaram uma rebelião no Século XIV. Em 1368, um grupo de rebeldes, chamados de Turbantes Vermelhos, assumiu o controle da cidade de Beijing, então capital da dinastia Yuan. Foi assim estabelecida a dinastia Ming, que embora tenha ficado muitos séculos no poder, jamais alcançou o grau de prosperidade das dinastias mais bem sucedidas. Muito disso deve-se ao excessivo isolamento e ultra conservacionismo ostentado pelos Ming. Sob a forma de comando dos Ming, a China nunca mais obteria sua glória perdida.


::NOSSA OPINIÃO

:::Mapa Adequado:
    Três importantíssimos bônus econômicos tornam os Chineses a civilização mais rápida na evolução. É talhada para o rush, tanto por terra quanto pelo mar. Embora não possua Elite Cannon Galleon, nem Fast fire ships, podem exercer um forte domínio naval até o início da Idade Imperial. Na Idade do Castelo é uma das civilizações mais equilibradas e fortes. Levando-se em consideração sua velocidade na evolução e o bônus no custo das tecnologias, podem montar um exército completo e variado, com todos os upgrades militares. Na Idade do Castelo, onde está todo o seu poder, possuem a linha completa de Arqueiros, Cavalaria, Infantaria e Cerco.
    Na verdade os Chineses vão bem em qualquer mapa, mas podem se sair muito melhor em terra, onde tiram vantagens da velocidade e da diversidade de suas tropas.

:::Ponto Forte:
    O ponto forte é a economia. Os Chineses são os únicos que podem fazer Rush e Power up (boom) simultaneamente. Mas isso exige um jogador hábil, pois fazer rush e gerenciar uma economia forte não é uma tarefa simples. O resultado é evidente: Um Castle Rush “Animal” com possibilidades de Imperial entre os 25 e 30 minutos de jogo. Outra possibilidade é o Feudal Rush, Os chineses possuem o feudal rush mais forte do jogo, e, consequentemente, a melhor defesa contra ele também.
    É possível manter uma vantagem de 2 peões até fazer o upgrade pra feudal, isso pode até não significar muito depois dos 15 minutos de jogo, mas no início, 2 peoes a mais produzindo primeiros minutos fazem uma grande diferença e são a principal fator que fortalecem o feudal rush do jogador chines. Também existe a possibilidade de fazer um castle rápido sem muito prejuizo se o flush nao der certo. O jogador chines também se aproveita dos upgrades baratos durante o periodo feudal, principalmente os upgrades economicos, e os upgrades militares fletching e men at arms. Um truque legal com qualquer civ é construir uma torre fora do alcance do inimigo para que ele não perceba, pesquisar fletching e pegá-lo de surpresa. É obvio que tudo isso fica mais facil com dois peões a mais construindo as torres e com o baixo custo do upgrade. Enfim, são inúmeras as vantagens dos chineses num rush feudal, por isso, quando estiverem jogando num mapa aberto contra um adversário chines, preparem-se para brigar no periodo feudal.

:::Ponto Fraco:
    Enfraquecem na Idade Imperial. Não possuem importantes unidades de elite lá, como o Paladin, o Hand Cannoneer, Bombard Cannon, Siege Onager, Elite Cannon Galleon e Fast Fire Ship. Também não possuem importantes tecnologias. Conseqüentemente, em jogos muito longos, os Chineses realmente ficam fracos no final. Você deve compensar essas deficiências, durante a Idade dos Castelos, quando o Chinês tem força pra sobrepujar seus oponentes.

:::A Combinação Mortal:
    Pikes + Crossbow + Rams + Knights + Longswords. Quando totalmente atualizados formam um grupo terrível na Idade do Castelo. Junte a eles alguns Monks e Mangonels e o inimigo estará perdido, principalmente de você soube aproveitar a velocidade na evolução e abriu uma vantagem de um ou dois minutos.
    O Chu Ko Nu pode fazer parte desse grupo, mas sua eficiência maior é na Idade Imperial. Como são frágeis contra cavalaria deve-se protege-los com pikes e reforça-los com Arbalests.
    Daí a Combinação mortal para a Idade imperial: CKNs + Arbalests + Pikes + Rams + Trebs (muito usada pelos top players). Outras combinações podem ser formadas, como: Champions + Heavy Camels + Trebs + Onagers (também muito usada por top players).
    As possibilidades são grandes, mas a força diminui conforme o jogo avança.
    Heavy Scorpions em conjunto com Champions podem ser um bom substituto para o Paladino.

:::Jogando com Chinês:
    A Primeira meia hora de jogo é vital. Tenha isso em mente sempre. Avance rapidamente até a idade do Castelo. Mantenha sua economia sempre em ascensão. Exerça constante pressão militar sobre o inimigo. Suas atividades militares nas Idades Feudal e do Castelo são fundamentais. Não pense que se fechando numa cidadela você estará seguro, porque não estará. Na idade Imperial é muito provável que seu oponente terá armas mais fortes que as suas, portanto decida rapidamente o jogo. O feudal rush é uma boa escolha para mapas terrestres abertos como arábia. Assim que for feudal, pegue imediatamente o upgrade wheelbarrow que irá acelerar a construção da sua base avançada e a coleta de recursos. Se por acaso faltarem casas, pesquise alguma coisa, não deixe seus recursos parados.

:::Jogando Contra os Chineses:
    Escolha uma civilização com forte cavalaria, cerco e armas de fogo. Procure evitar confrontos prematuros com os Chineses. Tente avançar para a Imperial o quanto antes, pois lá você terá mais chances de vence-lo. Não quer dizer que será fácil; apenas significa que nas fases inicias do jogo a maré estará do lado deles, mudando para o seu lado no final.
    Esteja preparado para hordas de arqueiros, defenda-se com muitos Skirmishers e Mangonels. Observe que foi dito: defenda-se! Pois será o mais provável de acontecer. Você até pode tentar um rush se for Mongol, Japonês, Persa ou Franco, mas provavelmente ele o fará antes. Por isso defenda-se com as unidades corretas.
    Mas lembre-se de uma regra clássica: A melhor defesa é o contra-ataque. Os pontos fracos dos Chineses começam a aparecer na Idade Imperial, explore isso.
    Outra regra clássica: A economia Chinesa é seu alvo número 1. Persiga esse objetivo constantemente. Suas chances de enfraquece-lo é “machucando” sua forte economia.

:::Jogando em Equipe:
    A melhor aliança para os Chineses,é de longe os Teutões. Os dois se completam econômica, estratégica e militarmente. Esta é uma das mais fortes alianças de todo o AOK. Mas como os Teutões estão (temporariamente) banidos, restam outras ótimas alternativas como Persas, Francos e Bizantinos.
    É uma pena! Tente imaginar como seria um ataque de Paladinos + Bombard Cannons + Teutonic Knights + Siege onagers + Trebs complementados por Champions + Heavy Camels + Arbalests + Chu Ko Nus + Siege Rams! Seria fantástico, na verdade uma covardia.
    Outros bons aliados para os chineses são os Mongóis e Bretões se você pretende dar um rush prematuro como o feudal rush. Essas três civilizações são de longe as que possuem a mais rápida evolução do jogo. O bônus de equipe mongol dá +2 ao campo de visão dos scouts, isso facilita a localização de recursos e a exploração da base adversária, que é muito importante para que um rush seja executado com perfeição. O bônus de equipe bretão faz com que as arquearias produzam mais rápido, permitindo a rápida assimilação de um exército baseado na unidade especializada das três civilizações: os arqueiros. As vantagens da aliança chineses + mongóis + bretões também brilha no final do jogo, quando os recursos ficam escassos e o jogo fica dependente de skirmishers, pikemen e light cavalry.

::ATRIBUTOS

::: Unidade Exclusiva: Chu Ko Nu
::: Criada em: Castelo
::: Forte contra: Unidades de infantaria, arqueiros de cavalaria, monges, cavaleiros teutônicos.
::: Fraco contra: Escaramuçadores, cavaleiros, manganelas, woad raiders, huskarls.
::: Bônus de equipe: Fazenda + 45 alimentos.
::: Bônus:
 :::: Início com +3 aldeões, -150 alimento.
:::: Custo de tecnologias: -10% Idade Feudal, -15% Idade dos Castelos, -20% Idade Imperial.
:::: Os centros da cidade abrigam 10 unidades.
:::: Navios de demolição +50 pontos de vida.
 

::CURIOSIDADES

:::A Invenção dos Trabucos

    A artilharia é a arma dos exércitos especializada em arremesso de projéteis, como mísseis ou granadas de canhão. Na Antiguidade, as armas da Artilharia são as catapultas, capazes de arremessar pedras ou dardos. Armas que disparam projéteis, como a funda e o arco e flecha, são empregadas contra indivíduos. Já o papel da Artilharia é atingir alvos como muralhas ou grupos de indivíduos da Infantaria ou Cavalaria inimiga. A peça de Artilharia mais antiga foi inventada pelos gregos cerca de 400 a.C. e chama-se gastraphetes. É o arco e flecha mais poderoso que pode ser transportado por uma pessoa. Usa método mecânico de resetar a corda.

    Já o oxibeles, de cerca de 375 a.C., tem sua corda retesada por alavancas. O aperfeiçoamento do oxibeles traz um desenvolvimento tecnológico importante: a torção de cordas como fonte de energia. Armas empregando a torção passam a ser chamadas de katapeltes, de onde vem a palavra catapulta. A lithobolos, de 335 a.C., é uma catapulta que lança pedras em vez de dardos.Os romanos aperfeiçoam o arsenal greco-macedônio, com mudanças na disposição dos braços e da torcedura das cordas garantindo maior alcance às catapultas. Os petardos passam a atingir um alvo a 800 m. As catapultas romanas mais comuns são a balista, que dispara pedras, e a scorpio, que arremessa dardos. Uma onagro, do período de 200 a.C., pode disparar uma pedra de 80 kg e precisa de oito homens para ser armada.

    A Artilharia desenvolve-se notavelmente com a invenção do trabuco (trebuchet), na China, entre os séculos V a.C. e III a.C. No Ocidente, no século VI d.C.,substituiu as catapultas de torção. O trabuco usa a força da gravidade, através de um contrapeso para lançar projéteis de até 1t. Um trabuco de 20 m de altura, construído por pesquisadores ingleses em 1995, lançou um carro de 476 kg, sem motor, a 80 m de distância.

Estratégias usadas com Chineses:

Jogos Gravados com Chineses:




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